Eventos

Atividades 2026

XIV Congresso Brasileiro de Pesquisadores(as) Negros(as) – COPENE, realizado entre os dias 28 e 31 de julho de 2026, na Universidade de Brasília (UnB) – Brasília/DF

COPENE -Tema: “Consciência Negra: contribuição do pensamento afrodiaspórico para a democracia brasileira’, promovido pela Associação Brasileira de Pesquisadores(as) Negros(as) (ABPN), pelo Consórcio Nacional de Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros (Conneabs), e realizado pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade de Brasília (NEAB/UnB), pelo Grupo de Estudo e Pesquisa em Políticas Públicas, História, Educação das Relações Raciais e de Gênero (GEPHERG) e a Coordenação da Questão Negra Secretaria de Direitos Humanos (COQUEN) da Universidade de Brasília
 Sessão Temática Saúde da População Negra
Autor(es):
João Matheus Acosta Dallmann (UFSC), Laisa Liane Paineiras Domingos (UFBA), Mateus dos Santos Brito (UFBA)
Resumo do Tema:
A Sessão Temática Saúde da População Negra propõe um espaço de diálogo intercultural entre pesquisadores(as), gestores(as), trabalhadores(as) da saúde e movimentos sociais, surgindo da articulação dos(as) participantes da área de Saúde da População Negra da Associação Brasileira de Pesquisadores(as) Negros(as) (ABPN). A proposta articula o campo da Saúde Coletiva ao pensamento afrodiaspórico como contribuição concreta à democracia brasileira. Em consonância com o tema do XIV COPENE Nacional, a sessão reconhece a Consciência Negra como categoria histórica, política e epistemológica, forjada nas lutas dos povos negros por vida digna, justiça e direitos. O debate centra-se nos impactos do racismo estrutural, institucional, religioso e ambiental sobre a saúde de populações negras que vivem e ressignificam territórios como quilombos, terreiros, favelas e periferias. Ao compreender a raça como determinante social da saúde, em articulação com classe, gênero e território, a proposta enfatiza a participação popular e o enfrentamento ao racismo no Sistema Único de Saúde, valorizando os saberes ancestrais e comunitários como base de práticas de cuidado emancipadoras e do bem-viver, sobretudo em contextos de crise climática.
Trabalhos Aprovados:
  • Volta ao Atlântico: seguindo os passos de Antonieta de Barros e Abdias do Nascimento na modalidade Resumo para Sessão Temática de autoria de Camila Camilozzi Alves Costa de Albuquerque Araújo, João Matheus Acosta Dallmann, Jessica Saraiva da Silva no XIV Congresso Brasileiro de Pesquisadores(as) Negros(as) – COPENE;
  • Aquilombamento acadêmico: uma experiência por meio da extensão universitária na modalidade Resumo para Sessão Temática de autoria de Jessica Saraiva da Silva no XIV Congresso Brasileiro de Pesquisadores(as) Negros(as) – COPENE.

GIRO NEABI NO COPENE

Prof Dr João Matheus Acosta com a Drª Carla Akotirene

Kabengele Munanga – Antropólogo congolês-brasileiro e Equipe NEABI/ARA a direita na foto Jessica Saraiva e João Matheus

Jessica Saraiva- Assistente Social /NEABI Apresentando os projeto do NEABI


Atividades 2025

Atividades 2024

OFICINA DE MÚSICA: VOZES E SONORIDADES AFRO INDÍGENAS BRASILEIRAS 🪘 Projeto: IDENTIDADE BRASILIS

O NEABI é parceiro no desenvolvimento do projeto Identidade Brasilis, realizado pelo SESC Araranguá, ocorrendo em diversas cidades do Estado de Santa Catarina. Abaixo segue um resumo sobre o projeto:

O Projeto Identidade Brasilis – Etnicidades busca a interlocução entre a Arte Educação, a Memória Social e o Patrimônio Cultural Brasileiro, tendo esses conceitos como desencadeadores de processos educativo-culturais e de ações afirmativas, sendo seu eixo condutor principal. O projeto prevê a realização de ações formativas pautadas nos processos de arte-educação, visando promover e efetuar a transmissão dos saberes, heranças, culturais, tradições dos povos afro-brasileiros e indígenas no âmbito das relações comunitárias e socioculturais brasileiras e catarinenses. O objetivo do projeto é a realização de ações formativas partindo da produção de material artístico-educativo, oficinas e debates. A produção e atividades artístico-educativas são direcionadas a crianças, jovens e adultos das comunidades e instituições às quais estão vinculados aos saberes e fazeres afro-brasileiros e indígenas, visando compreender e atuar para a valorização dessas comunidades e culturas. Simultaneamente, o projeto visa dar visibilidade e oportunidade de atuação aos artistas-educadores que atuam com base nos conhecimentos, práticas e saberes advindos destas heranças culturais.
 Programação das oficinas: 
Palestra: Vozes Negras em Araranguá
Data: 16/10/2024 
Horário: 08h30
Local: Auditório do IFSC Araranguá

A palestra “Vozes negras de Araranguá” apresentará a narrativa de mulheres negras moradoras da cidade que vem em seu relato apresentar a negritude a partir de diferentes lugares sociais, demonstrando que o quilombo está dentro e fora do território, seja nas escolas até na universidade federal.

Apresenta a história da Comunidade Remanescente de Quilombola Maria Rosalina, localizada na cidade de Araranguá/SC, seus avanços e desafios para superar o racismo estrutural e fazer da educação seu norte na transformação social da comunidade.

Ministrantes:
  • Custódia Anacleto. Liderança da comunidade Maria Rosalina , educadora da educação escolar quilombola de Araranguá . Griot da Comunidade. Contato comunidade Remanescente de Quilombola Maria Rosalina(Araranguá): comunidademariarosalina@gmail.com
  • Luciana Gonçalves Mina, pedagoga pós graduada em neuropsicopedagogia, coordenadora da Educação Escolar Quilombola de Araranguá. Pertencente a CECREQ ( coordenação estadual das comunidades quilombolas) e militante de MNU (movimento negro unificado).
  • Jessica Saraiva da Silva, Assistente Social na UFSC campus Araranguá, mestrando no curso de Tecnologia da Informação e Comunicação da UFSC, Co-fundadora do NEABI – NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO-LATINO-AMERICANOS, DOS POVOS ORIGINÁRIOS, QUILOMBOLAS E DIVERSIDADES / NEABI- ARA, fundadora do coletivo MUNEARA, fundadora do Espaço Ònà – escuta afrocentrada e membro da Cátedra Antonieta de Barros/UNESCO.
Oficina de música: Oficina: Vozes e sonoridades afro indígenas brasileiras
Dia 19/10: Das 8h30 às 12h e das 13h às 17h 
A oficina de música ministrada pela musicista indígena guarani Anélita Núñez e pelo filósofo multi-instrumentista caboverdiano Jeff Nefferkturu traz a confluência de saberes musicais ancestrais presentes na cultura brasileira. Através de performances musicais, contação de histórias, demonstração com diversos instrumentos musicais e canto, uma conversa sobre os laços entre as sonoridades e as narrativas originárias indígenas e africanas, tecidos em seus aspectos históricos e etnológicos. As atividades serão práticas e interativas com o público, os participantes poderão vivenciar suas potencialidades sonoras de criação. Não é necessário ter conhecimento prévio.

Ministrantes: Anélita Núñez e Jeff Nefferkturu (Florianópolis)

 

Oficina: “Drama, existências e Narrativas: Práticas Artísticas para a ressignificação da realidade”
ORALIDADES E LITERATURA – FALAS E ENCANTAMENTO
CARGA HORÁRIA: 08horas
A oficina “Oralidades e Literatura – Falas e Encatamento”, dentro do Projeto identidade Brasilis, tem como objetivo refletir sobre oralidade e literatura como um processo de aquilombamento da literatura negra, dialogando com o Movimento Negro Educador (Gomes, 2017). Pensando que muitas vozes negras da literatura são produto do Quilombhoje – Grupo de literatura de São Paulo da década de 70. Neste sentido, pretende-se ouvir as histórias oriundas do Quilombo e perceber que a literatura negra se alicerça e se fortalece na filosofia do Ubuntu, presente no chão dos Quilombos, terreiros e povos indígenas brasileiros e  pensar possibilidades de cuidado através da partilha oral pessoal e coletiva e também reportar memórias que nos constituíram e nos constituem no dia-a-dia.
Ministrantes: Maria Aparecida Rita Moreira  (Florianópolis)
Dia 26/10: Das 8h30 às 12h e das 13h às 17h 

Comemoração Independência Guiné Bissau

Viva Guiné Bissau!!!! 

No contexto da Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Araranguá, a celebração da independência da Guiné-Bissau é um importante marco para refletir sobre o pertencimento e a coletividade entre os estudantes internacionais. Este evento não apenas destaca a luta histórica por liberdade e autonomia de um país, mas também reforça a importância das raízes ancestrais na construção da identidade e na permanência dos estudantes em um novo ambiente.

A experiência de estudar em um país diferente pode ser desafiadora, mas a conexão com a cultura e as tradições de origem se torna um alicerce essencial para a adaptação e a permanência estudantil. Os estudantes da Guiné-Bissau trazem consigo uma rica herança cultural que, ao ser compartilhada e celebrada, promove um ambiente de acolhimento e respeito mútuo. Durante o evento, por meio de danças, músicas e relatos sobre a história da independência, esses estudantes reafirmam sua identidade e fortalecem laços de amizade e resistência.

A coletividade se revela na união dos estudantes ao redor de objetivos comuns, na troca de experiências e na construção de uma rede de apoio que transcende as fronteiras geográficas. A valorização das raízes ancestrais, por sua vez, não é apenas um resgate de tradições, mas também uma forma de enriquecer o ambiente acadêmico com diversas perspectivas. Essa diversidade cultural se traduz em um aprendizado mais amplo, onde a pluralidade de vozes é celebrada e respeitada.

Eventos como este não só homenageiam a luta pela independência de um povo, mas também servem como um lembrete da importância de se manter conectado com a própria história, algo que fortalece os estudantes. Ao celebrar a independência da Guiné-Bissau, os estudantes não apenas honram suas origens, mas também contribuem para um espaço universitário mais inclusivo e acolhedor.

Em suma, a permanência estudantil de jovens vindos da África na UFSC Araranguá é um exemplo vivo de como o pertencimento, à coletividade e a valorização das raízes ancestrais podem transformar desafios em oportunidades. Que esta celebração seja um convite à reflexão e à ação, para que todos possamos reconhecer e valorizar as histórias que cada estudante traz consigo, construindo juntos um futuro mais rico e diversificado.

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Julho das PRETAS

O NEABI na luta das mulheres Negras Latina Américas e Caribenha e neste Julho promovem com o Coletivo MuNeAra Ações em Araranguá, segue programação:

  

 

Mais fotos, aqui!

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Atividade realizadas em  2023

Agenda de atividades do NEABI, aqui!

Inscrição 

25/09/223: A atlética de medicina UFSC em parceria com o   PASQUIN e  NEABI entregam  doação de cestas básicas na Comunidade Remanescente de Quilombola Maria Rosalina  e na comunidade Indígena Nhu Porã da etnia guarani. Os alimentos doados foram arrecadados a partir das atividade desenvolvidas pela atlética nos jogos acadêmicos.

Curso: Letramento Racial/2023

O NEABI em parceria com o Projeto Multidisciplinar de Atenção à Saúde Quilombola e Indígena lançam o curso de letramento racial, contanto com a aula inaugural “Racismo e Antirracismo”, ministrada pelo Prof Drº João Matheus Acosta Dallmann. O curso teve início ontem, 25/09/2023, das 17h 30 às 18h30 e terá encontros presenciais na sala 112, quinzenalmente, com transmissão no  canal do youtube NEABI UFSC ARARANGUÁ

Aula: Racismo e Antirracismo

Contamos com apresentação cultural do grupo de danças urbana da Casa da Fraternidade/ARA

Cronograma do curso:

25/09 – Aula:” Racismo e Antirracismo” 

09/10- Aula: Conceituando as expressões do racismo

Programa do Novembro Negro

06/11/2023: Aula aberta – Diálogos necessários- conceituação da branquitude

20/11/2023: Atenção à Saúde da população negra

21/11/2023: Aula aberta- Medicalização da pobreza e racismo

04/12/2023-Encerramento do curso

Dúvida e contato: neabi.ara@contato.ufsc.br

  • Semana acadêmica do curso de medicina – UFSC Campus Araranguá/ 2023

Em parceria com a comissão organizadora da semana acadêmica do curso de medicina- SEAME, LANFAC e o NEABI,  proporcionaram na sexta-feira, 05/05, às 20h,  a oficina: “A sua consulta tem cor?” Incorporando o debate racial na Medicina de Família e Comunidade.

A atividade contou com a participação de discentes dos cursos da área da saúde (Medicina e Fisioterapia).

 

 

 


Atividades realizadas  em 2022

  • Parceria NEABI E Quilombo Maria Rosalina

Com muita alegria, recebemos Lideranças Quilombolas no Campus Araranguá.

No dia 13 de maio de 2022, dia de combate à discriminação racial, recebemos em nossa Universidade as lideranças negras, Luciana Mina do Movimento Negro Unificado e educadora do Programa de Educação de Jovens e Adultos quilombolas, e, Custódia líder da Comunidade de Remanescentes Quilombolas Maria Rosalina. A visita realizada à convite do NEABI e recebida por  Jéssica Saraiva da Silva- assistente social, teve o objetivo de firmar parcerias nas áreas da educação e cultura no âmbito da construção do NEABI UFSC. Destacou-se a importância de estimular o ingresso da comunidade nos cursos de graduação, bem como sua preparação no curso pré-vestibular comunitário (PES).
Na semana que vem receberemos novamente a comunidade quilombola Maria Rosalina, dessa vez para que os jovens conheçam a estrutura da UFSC Campus Araranguá.

Contato comunidade Remanescente de Quilombola Maria Rosalina(Araranguá): comunidademariarosalina@gmail.com